sexta-feira, 13 de maio de 2011




Viverei o meu tempo como a flor que espera, mansa, a brisa alegre da manhã. Acenderei para sempre a tua imagem, como o artista que renova a sua arte para se eternizar. Embalarei teu sono, como ânsia astuta ditarei teus sonhos, até que o manto da noite se desfaça na lucidez do teu olhar e morra a mágua embebida em teu sorriso. Silveira Rocha

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