"A poesia é a carta aberta do coração à emoção de outrem. É a revelação da alma do poeta e segregação do encanto que chega aos olhos da paixão como colírio, e à alma como bálsamo" Silveira Rocha
sexta-feira, 13 de maio de 2011
De tudo o que a vida me ensinou, amar é o mais sublime absurdo. O mistério que envolve o amor deixa a alma em alvoroço e também a incerteza se se o amor nasce ou morre no peito. Será mesmo o coração que segrega o amor, ou será o fervor da paixão que alucina e embriaga? Os que tentaram descobrir esses enigmas morreram sem nunca amar de verdade. Silveira Rocha
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